
sexta-feira, 8 de maio de 2009
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Pilares da aprendizagem da leitura
quinta-feira, 7 de maio de 2009
A avaliação da leitura
Esta ficha de avaliação de leitura foi construída, em grupo, na Oficina Temática sobre Avaliação da Leitura, tendo como principal objectivo trabalhar os processos de compreensão da leitura (microprcessos, referências anafóricas, inferências, conectores, macroprocessos e os processos elaborativos).
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Ana Afonso Sousa
A avaliação da leitura
Esta ficha de avaliação de leitura foi construída, em grupo, na Oficina Temática sobre Avaliação da Leitura, tendo como principal objectivo trabalhar os processos de compreensão da leitura (microprcessos, as inferências e os conectores anafóricos, macroprocessos).



A professora diz aos alunos que vão ler um texto e fazer a sua interpretação, para no fim realizarem uma ficha de compreensão da leitura.
É feita a leitura do texto “Os seis pintainhos”, de António Torrado, pela professora, para que os alunos se apercebam da importância da entoação e da expressividade na oralidade.
Cada aluno lê o texto, seguindo as orientações da professora, para se inteirarem melhor do seu conteúdo.
Segue-se a sua interpretação, sendo que a professora conduz a interacção verbal de modo a que os alunos respondam a perguntas como: o autor do texto, a obra de onde o mesmo foi retirado, o ano em que foi escrito, a editora, a participação ou não do autor, as personagens principais, a ideia principal, o local e o tempo em que decorreu a acção…·
Segue-se a sua interpretação, sendo que a professora conduz a interacção verbal de modo a que os alunos respondam a perguntas como: o autor do texto, a obra de onde o mesmo foi retirado, o ano em que foi escrito, a editora, a participação ou não do autor, as personagens principais, a ideia principal, o local e o tempo em que decorreu a acção…·
São analisados os vocábulos desconhecidos e, pelo sentido das frases, os alunos são ajudados a descobrir o sentido dos mesmos.·
Feita esta interpretação oral, é distribuída por cada criança uma ficha pré-elaborada, com perguntas no dominio dos microprocessos, de compreensão das unidades de significado, com expressões referenciais anafóricas, aplicação de conectores, realização de inferências, estrutura do texto e perguntas de apreciação do texto, à qual responderam por escrito, para aferir a compreensão da leitura realizada sobre o texto “Os seis pintainhos”.·


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Maria do Céu Lima
quarta-feira, 6 de maio de 2009
A avaliação da leitura
Esta ficha de avaliação de leitura foi construída, em grupo, na Oficina Temática sobre Avaliação da Leitura, tendo como principal objectivo trabalhar os processos de compreensão da leitura (microprcessos, referências anafóricas, inferências, conectores, macroprocessos e os processos elaborativos).





A professora diz aos alunos que vão ler um texto, para realizarem uma ficha de compreensão da leitura.
É feita a leitura do texto “A BORRACHA CANSADA”, de António Torrado, pela professora, de modo que os alunos se apercebam da importância da entoação e da expressividade na oralidade.
Cada aluno lê o texto, seguindo as orientações da professora.
É feita a leitura do texto “A BORRACHA CANSADA”, de António Torrado, pela professora, de modo que os alunos se apercebam da importância da entoação e da expressividade na oralidade.
Cada aluno lê o texto, seguindo as orientações da professora.
Segue-se a sua interpretação, sendo que a professora conduz a interacção verbal de modo a que os alunos respondam a perguntas como: o autor do texto, a obra de onde o mesmo foi retirado, o ano em que foi escrito, a editora, a participação ou não do autor, as personagens principais, a ideia principal, o local e o tempo em que decorreu a acção…
São analisados os vocábulos desconhecidos e, pelo sentido das frases, os alunos são ajudados a descobrir o sentido dos mesmos.
Feita esta interpretação oral, é distribuída por cada criança uma ficha pré-elaborada (na oficina temática), com perguntas no dominio dos microprocessos, de compreensão das unidades de significado, com expressões referenciais anafóricas, aplicação de conectores, realização de inferências, estrutura do texto e perguntas de apreciação do texto, à qual respondem por escrito, para aferir a compreensão da leitura realizada sobre o texto “ A Borracha Cansada”.
· Finalmente, cada um faz a ilustração pessoal do texto.




São analisados os vocábulos desconhecidos e, pelo sentido das frases, os alunos são ajudados a descobrir o sentido dos mesmos.
Feita esta interpretação oral, é distribuída por cada criança uma ficha pré-elaborada (na oficina temática), com perguntas no dominio dos microprocessos, de compreensão das unidades de significado, com expressões referenciais anafóricas, aplicação de conectores, realização de inferências, estrutura do texto e perguntas de apreciação do texto, à qual respondem por escrito, para aferir a compreensão da leitura realizada sobre o texto “ A Borracha Cansada”.
· Finalmente, cada um faz a ilustração pessoal do texto.
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Fernanda Besteiro
segunda-feira, 9 de março de 2009
Conhecimento da Língua; Desenvolver a consciência linguística.
Colectivamente, os alunos constroem um cartaz sobre a definição de nome e as suas categorias (nomes de plantas, animais, coisas).




Identificam os nomes que utilizaram na narrativa, sublinhando-os a azul. Colocam os nomes encontrados numa tabela de acordo com a sua categoria.
Em seguida, observam uma sequência de imagens, contendo dados sobre personagens, locais, o tempo, objectos…Oralmente, fazem a descrição das imagens e a professora lê algumas sugestões úteis para a estruturação de uma narrativa.
· Escrever um título;
· Podes iniciar a história por «Era uma vez…», «Certo dia»; «No tempo ….»;
· Escolher os nomes para as personagens;
· Referir o local (ex: na Serra da Estrela, na montanha, na floresta);
· Referir o tempo (à noite, de manhã, no Sábado; no Inverno);
· Relatar o que se passou com sequência (Passado algum tempo; Pouco depois, Mais tarde; Por fim …);
· Falar dos sentimentos/estados das personagens (friorento, feliz, esfomeado, gelado, com medo, curioso, zangado…).
Em seguida, individualmente, inventam a narrativa sugerida pelas imagens.
· Podes iniciar a história por «Era uma vez…», «Certo dia»; «No tempo ….»;
· Escolher os nomes para as personagens;
· Referir o local (ex: na Serra da Estrela, na montanha, na floresta);
· Referir o tempo (à noite, de manhã, no Sábado; no Inverno);
· Relatar o que se passou com sequência (Passado algum tempo; Pouco depois, Mais tarde; Por fim …);
· Falar dos sentimentos/estados das personagens (friorento, feliz, esfomeado, gelado, com medo, curioso, zangado…).
Em seguida, individualmente, inventam a narrativa sugerida pelas imagens.
Identificam os nomes que utilizaram na narrativa, sublinhando-os a azul. Colocam os nomes encontrados numa tabela de acordo com a sua categoria.
Reflectem sobre o tipo de nomes que utilizaram na sua narrativa.
Por último, lêem a sua narrativa aos colegas.
Por último, lêem a sua narrativa aos colegas.
sábado, 7 de março de 2009
O desenvolvimento do conhecimento lexical - mapas semânticos de comparações
Usar mapas semânticos para construir comparações; dramatizar uma história lida pela professora; identificar nomes e qualidades.
Um grupo de alunos dramatiza a história do «Sapo Apaixonado» lida pela professora na actividade dos «5 minutos de leitura».




A professora pega num adereço construído pelos alunos, ramo de flores, e explica, no quadro, a elaboração de mapas semânticos para a construção de comparações.

Em seguida, os alunos, distribuídos em grupos de trabalho, fazem um trabalho similar, a partir das personagens da história. A cada grupo é distribuída uma personagem.




Um grupo de alunos dramatiza a história do «Sapo Apaixonado» lida pela professora na actividade dos «5 minutos de leitura».
A professora pega num adereço construído pelos alunos, ramo de flores, e explica, no quadro, a elaboração de mapas semânticos para a construção de comparações.
Em seguida, os alunos, distribuídos em grupos de trabalho, fazem um trabalho similar, a partir das personagens da história. A cada grupo é distribuída uma personagem.
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